O quarto Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre os dias 2 e 10 de dezembro, apontou que Vitória da Conquista está com um Índice de Infestação Predial (IIP) de 2,6%, número superior ao preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de até 1%. Durante o levantamento, agentes de endemias visitaram 5.095 imóveis em 80 localidades da sede do município. O estudo revelou que 54 localidades apresentaram índices dentro do padrão ideal, enquanto outras 26 registraram IIP variando entre 1,1% e 18%. Com base nesses dados, a Secretaria Municipal de Saúde planejará ações específicas para os bairros com maiores índices de infestação. De acordo com Renato Freitas, coordenador municipal de Controle de Endemias, o índice está dentro do esperado e reflete o aumento no número de reservatórios de água nas residências, muitos deles sem vedação adequada. "Com esses dados em mãos, a nossa programação de visita residencial, mobilização social e educação em saúde será intensificada nos bairros com maiores índices de infestação", explicou. O Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) registrou 69 casos suspeitos de arboviroses na 48ª Semana Epidemiológica (24/11 a 30/11). Desses, seis foram confirmados como dengue, enquanto não houve registros positivos para zika ou chikungunya. A Prefeitura reforça as orientações para eliminar focos do mosquito: receba bem os agentes de saúde e endemias, esvazie recipientes que acumulem água parada, mantenha caixas d’água e tonéis bem fechados e limpe calhas regularmente. Em caso de sintomas como febre alta, dores musculares e manchas vermelhas na pele, é importante procurar uma unidade de saúde.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) divulgou nesta quarta-feira (11) que o estado registrou 232.623 casos prováveis de dengue e 170 mortes pela doença entre 31 de dezembro de 2023 e 7 de dezembro de 2024. Esse número representa um aumento de 394,9% em relação ao mesmo período entre 2022 e 2023, quando foram notificados 47.004 casos prováveis. O coeficiente de incidência em 2024 foi de 1.645 casos a cada 100.000 habitantes. Além dos números de dengue, a Sesab também apresentou dados sobre chikungunya e zika no mesmo período: Chikungunya: Foram registrados 16.491 casos prováveis em 2024, com uma incidência de 116,6 casos por 100.000 habitantes, o que representa um aumento de 6,7% em relação aos 15.451 casos do período anterior. Até o momento, 10 mortes pela doença foram confirmadas neste ano. Zika: A Bahia notificou 1.166 casos prováveis em 2024, com uma incidência de 8,3 casos por 100.000 habitantes. A doença apresentou uma redução de 33,6% em relação ao período anterior, quando foram registrados 1.755 casos. Não houve óbitos confirmados por zika em 2024. Os dados evidenciam a necessidade de atenção redobrada às medidas de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor das três doenças, diante do aumento expressivo de casos em 2024, especialmente de dengue.
A Bahia registrou um aumento expressivo nos casos de dengue em 2024, com 231.275 ocorrências prováveis da doença notificadas entre 31 de dezembro de 2023 e 27 de outubro deste ano, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). O número representa um crescimento de 414,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizados 44.963 casos. Além disso, o estado já registrou 143 mortes causadas pela doença em 2024, com destaque para cidades como Vitória da Conquista, que sozinha contabilizou 30 óbitos, e Feira de Santana, com 8 mortes. Outras localidades como Encruzilhada (5), Jacaraci (5) e Poções (3) também enfrentaram perdas significativas. O aumento nos casos é atribuído às condições climáticas favoráveis à proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Segundo o infectologista Claudilson Bastos, as altas temperaturas e chuvas frequentes criam ambientes ideais para o desenvolvimento do vetor. Ele reforça a importância de medidas preventivas simples, como eliminar água parada em recipientes como pneus, garrafas e vasos de plantas, além do uso de repelentes e roupas que minimizem a exposição da pele.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a segunda fase do ensaio clínico de um medicamento oral contra a dengue. Chamado de EYU688, o fármaco está sendo patrocinado no país pela empresa farmacêutica Novartis Biociências, localizada em São Paulo. A autorização foi publicada nesta segunda-feira (21) e divulgada na terça-feira (22). Além do Brasil, o ensaio clínico do medicamento também é realizado em Cingapura, na Índia, na Malásia e no Vietnã. Na segunda fase, o patrocinador tem a inteção de incluir 38 pacientes, que serão escolhidos em centros de pesquisa clínica localizados em Brasília-DF (7), em Sorocaba e São José do Rio Preto-SP (17), em Manaus-AM (7) e no Rio de Janeiro-RJ (7). O objetivo principal é avaliar a eficácia e a segurança do medicamento em pacientes infectados com a dengue. Até a terça-feira o país identificou mais de 6,5 milhões de casos prováveis da doença. Outras 5.661 foram mortas pela dengue.
Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079.
Legenda 2
Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079.
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Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079.
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Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079.
Legenda 5
Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079.
Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079. Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079. Subiu para 143 o número de mortes por dengue na Bahia. Os dados foram obtidos no painel de monitoramento da Secretaria de Saúde (Sesab), atualizado pela última vez na segunda-feira (23). Apesar do aumento no número de óbitos, a ferramenta de controle aponta redução no contexto epidemiológico: 17 municípios enfrentam situação de epidemia da doença. Ainda de acordo com a Sesab, foram aplicadas até o momento 184.280 doses da vacina contra a doença. Na semana anterior, eram 27. No mês de agosto, 30 das 417 cidades baianas conviviam com esse cenário. Já o número de casos prováveis da doença chegou a 231.857, enquanto a quantidade de casos graves é de 6.079.
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