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Bolivazinho Motos

Clientes do Will Bank já podem pedir ressarcimento de até R$ 250 mil pelo app do FGC

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Clientes do Will Bank já podem pedir ressarcimento de até R$ 250 mil pelo app do FGC
Foto: Reprodução

Quase três meses após a liquidação do Will Bank, fintech ligada ao Banco Master, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou a segunda fase de pagamentos aos clientes da instituição. Nesta etapa, serão liberados R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil credores com valores a receber entre R$ 1 mil e R$ 250 mil.


O pedido de ressarcimento deve ser feito exclusivamente pelo aplicativo oficial do FGC. Para receber, o cliente precisa baixar a plataforma, fazer o cadastro, conferir ou complementar os dados, enviar a documentação exigida e formalizar a solicitação. O fundo orienta que os usuários mantenham as notificações ativas para acompanhar o andamento do processo e eventuais pendências.


O FGC também reforçou o alerta contra golpes. Segundo o órgão, não há contato por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens para solicitar dados pessoais, senhas ou códigos. Todo o procedimento deve ser realizado apenas pelos canais oficiais.


Na primeira fase, iniciada em fevereiro, foram pagos R$ 126 milhões a mais de 1,1 milhão de clientes com até R$ 1 mil a receber. O ressarcimento segue o limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Quem já atingiu esse teto em outras instituições do mesmo grupo, como o Banco Master, não terá valores adicionais, salvo exceções para investimentos feitos até 31 de agosto de 2024. A liquidação do Will Bank foi decretada pelo Banco Central após o agravamento da situação financeira da instituição.

Coluna revela repasses do Banco Master a empresa da nora de Jaques Wagner

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Coluna revela repasses do Banco Master a empresa da nora de Jaques Wagner
Foto: Divulgação

Uma empresa em nome de Bonnie de Bonilha, nora do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), recebeu pagamentos do Banco Master por serviços ligados à prospecção de operações de crédito consignado. As informações foram divulgadas pela coluna de Milena Teixeira, do Metrópoles, nesta quarta-feira (18).


Segundo a publicação, o contrato foi firmado por meio da BK Financeira, empresa criada em 2021 e da qual Bonnie é sócia do advogado Moisés Dantas. À coluna, ele confirmou a sociedade e o vínculo com a instituição financeira, afirmando que o serviço prestado foi de prospecção e indicação exclusiva de operações e convênios de crédito consignado.


Ainda de acordo com o advogado, todos os valores recebidos foram formalizados por nota fiscal, com balanços e extratos disponíveis às autoridades. Bonnie, que é estudante de psicologia, formada em direito e também atua como florista, é casada com Eduardo Sodré, secretário de Meio Ambiente da Bahia e enteado de Jaques Wagner.


Procurado, Wagner afirmou que jamais participou de intermediação ou negociação em favor da empresa citada e disse que cabe exclusivamente à companhia esclarecer suas atividades e contratos. A coluna também informou que Bonnie é proprietária da BN Representações, registrada atualmente para serviços de desenvolvimento e licenciamento de programas de computador. Até 26 de janeiro deste ano, a empresa atuava no comércio de flores e tinha outro nome empresarial.

Empresa de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master aponta relatório do Coaf

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Empresa de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master aponta relatório do Coaf
Foto: Divulgação

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), vinculado ao Banco Central, aponta que uma empresa ligada ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), recebeu cerca de R$ 3,6 milhões do Banco Master. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, os repasses teriam ocorrido após as eleições de 2022, entre dezembro daquele ano e maio de 2024. De acordo com a reportagem, ACM Neto é sócio da empresa A&M Consultoria Ltda., fundada em 28 de dezembro de 2022 com capital social de R$ 2 mil. A empresa tem como atividade principal a prestação de serviços de consultoria em gestão empresarial. Dados citados no relatório indicam que, entre junho de 2023 e maio de 2024, a empresa recebeu cerca de R$ 1,3 milhão em nove transferências do Banco Master e R$ 1,5 milhão em 11 repasses da empresa Reag, totalizando aproximadamente R$ 2,9 milhões no período. O documento também aponta que, entre março e junho de 2023, a empresa recebeu outros R$ 422,3 mil do Banco Master e R$ 281,5 mil da Reag. Ainda conforme a publicação, durante cerca de um ano ACM Neto recebeu R$ 4,2 milhões da própria empresa em forma de distribuição de rendimentos. Em nota, o ex-prefeito afirmou que criou a empresa após deixar cargos públicos e que os valores recebidos são referentes a serviços de consultoria prestados a clientes, incluindo o Banco Master e a Reag. “No final do ano de 2022, quando não mais exercia qualquer cargo público, constituí a empresa A&M Consultoria LTDA. A partir de então, prestei serviços a alguns clientes, dentre eles o Banco Master e a REAG, sempre com contratos formais, recolhimento de impostos e trabalhos efetivamente executados”, afirmou. ACM Neto também disse que os serviços prestados não têm relação com eventuais investigações em andamento e questionou o vazamento de informações que estariam protegidas por sigilo bancário e fiscal.

Daniel Vorcaro é preso em nova fase da operação da PF sobre Master

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Daniel Vorcaro é preso em nova fase da operação da PF sobre Master
Foto: Reprodução

O banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi detido nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal, em São Paulo. Ele é alvo de mandado de prisão preventiva e já se encontra na Superintendência da corporação na capital paulista. A prisão ocorre no âmbito de uma nova etapa da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema bilionário de fraudes no sistema financeiro. As investigações apontam para a comercialização de títulos de crédito falsificados por meio da instituição financeira. O nome da ação faz referência à ausência de mecanismos eficazes de controle interno nas empresas envolvidas, o que teria permitido práticas como gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação do mercado.

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