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IBGE aponta aumento de violência sexual e iniciação precoce entre adolescentes na Bahia

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IBGE aponta aumento de violência sexual e iniciação precoce entre adolescentes na Bahia
Foto: Divulgação

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, revela um cenário preocupante sobre violência sexual e comportamento entre adolescentes de 13 a 17 anos no Brasil. O levantamento, quinta edição da pesquisa, retrata uma população estimada em mais de 12,3 milhões de jovens matriculados em escolas públicas e privadas.

Segundo os dados, 9% dos estudantes afirmaram ter sido obrigados, ameaçados ou intimidados a ter relações sexuais contra a própria vontade ao longo da vida, o equivalente a cerca de 1,1 milhão de adolescentes no país. Outros 18% relataram ter sido tocados, beijados ou expostos de forma não consentida, com maior incidência entre meninas (26%) do que entre meninos (11%). Em comparação com a edição de 2019, o percentual de assédio sexual cresceu 3,8 pontos percentuais e os casos de relação forçada aumentaram 2,5 pontos. Na maioria dos casos, os agressores eram pessoas próximas: outros familiares (26,6%), desconhecidos (23,2%) e namorados (22,6%). Em 66% dos casos, a vítima tinha 13 anos ou menos quando o episódio ocorreu.

Na Bahia, a pesquisa também apontou crescimento na iniciação sexual antes dos 13 anos: 41,2% dos adolescentes que já tiveram relações relataram que a primeira experiência ocorreu nessa faixa etária, ante 39,6% em 2019. Em Salvador, o índice chegou a 42,5%, colocando a capital na 4ª posição entre as capitais com maior incidência de iniciação precoce. Ao mesmo tempo, o percentual geral de jovens sexualmente ativos recuou de 35% para 30,8% no estado.

Brasil soma 140 casos de Mpox e mais de 500 suspeitas em 2026

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Brasil soma 140 casos de Mpox e mais de 500 suspeitas em 2026
Foto: Reprodução

O Brasil registrou 140 casos confirmados de Mpox desde o início de 2026, segundo dados do Ministério da Saúde atualizados na segunda-feira (9). No período, não foram registradas mortes pela doença. De acordo com o balanço, também foram contabilizados 539 casos suspeitos e nove classificados como prováveis no país. Os registros estão distribuídos ao longo dos primeiros meses do ano. Em janeiro, foram confirmados e classificados como prováveis 68 casos. Em fevereiro, o número chegou a 70, enquanto março contabiliza 11 ocorrências até o momento. Entre os estados, São Paulo concentra a maior quantidade de registros, com 93 casos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com 18, e Rondônia, com 11. A Mpox é uma doença viral zoonótica, pertencente ao mesmo grupo da varíola humana, mas geralmente considerada menos letal. A transmissão pode ocorrer por contato direto com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres que estejam infectados. Entre os principais sintomas da doença estão lesões na pele, ínguas, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e sensação de fraqueza. O Ministério da Saúde orienta que pessoas que apresentarem sinais da doença procurem atendimento médico e evitem contato próximo com outras pessoas para reduzir o risco de transmissão.

Anvisa publica registro da vacina contra dengue de produção 100% nacional

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Anvisa publica registro da vacina contra dengue de produção 100% nacional
Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registra da vacina contra a dengue, desenvolvida pelo instituto Butantan, no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira (8). Com o registro do imunizante já anunciado no final de novembro, pelo Ministério da Saúde, a intenção é iniciar a aplicação das doses, gratuitamente, em 2026, via Sistema Único de Saúde (SUS). A Anvisa informou a oficialização do processo regulatório e autorização da produção e comercialização da vacina. "O registro é um marco para o enfrentamento da dengue no Brasil. A vacina passou por todas as etapas de análise técnica e regulatória previstas na legislação sanitária, garantindo sua segurança, qualidade e eficácia". A vacina, tetravalente, combate quatro sorotipos da dengue e é aplicada em dose única. "A tecnologia utilizada pelo novo imunizante é a de vírus vivo atenuado, que é segura e já empregada em diversas outras vacinas em uso no Brasil e no mundo", completou a Anvisa, em nota.

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